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	<title>Brasil &#8211; Blog do Didi</title>
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	<description>Responsabilidade e Credibilidade á 20 anos...</description>
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	<title>Brasil &#8211; Blog do Didi</title>
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		<title>Remédios para colesterol e corticoide da Cimed são recolhidos; saiba quais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jose Milton Fagundes de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 13:21:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[São Sebastião do Umbuzeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Recolhimento foi voluntário e iniciado pelas próprias fabricantes Remédios para colesterol e corticoide da Cimed são recolhidos; saiba quais Crédito: DivulgaçãoOs medicamentos atorvastatina cálcica e rosuvastatina cálcica, usados no tratamento do colesterol alto e na prevenção de doenças cardiovasculares, estão passando por processo de recolhimento voluntário iniciado pela Cimed. A medida envolve o lote 2424299 da atorvastatina cálcica 40 mg e também o lote 2424299 da rosuvastatina cálcica 20 mg. overlay-clevercloseLogoClique aqui para receber as notícias do CORREIO pelo WhatsApp Além dos medicamentos para colesterol, o corticoide Fosfato Dissódico de&#8230;]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading" id="linha-fina-z2n7ajtm60">Recolhimento foi voluntário e iniciado pelas próprias fabricantes</h2>



<p>Remédios para colesterol e corticoide da Cimed são recolhidos; saiba quais Crédito: Divulgação<br>Os medicamentos atorvastatina cálcica e rosuvastatina cálcica, usados no tratamento do colesterol alto e na prevenção de doenças cardiovasculares, estão passando por processo de recolhimento voluntário iniciado pela Cimed. A medida envolve o lote 2424299 da atorvastatina cálcica 40 mg e também o lote 2424299 da rosuvastatina cálcica 20 mg.</p>



<p>overlay-clevercloseLogo<br>Clique aqui para receber as notícias do CORREIO pelo WhatsApp</p>



<p>Além dos medicamentos para colesterol, o corticoide Fosfato Dissódico de Dexametasona 4 mg/ml solução injetável, utilizado no tratamento de inflamações e reações alérgicas graves, também entrou em processo de recolhimento voluntário. O medicamento é fabricado pela Hypofarma e a medida é referente ao lote 25091566.</p>



<p id="paragrafo-lwpotnlpjt">De acordo com publicação no Diário Oficial da União desta segunda-feira (18), o recolhimento dos medicamentos da Cimed ocorreu após suspeita de mistura de embalagens da rosuvastatina 20 mg dentro do lote da atorvastatina cálcica 40 mg.</p>



<p id="paragrafo-bja7815r58">Já no caso do Fosfato Dissódico de Dexametasona, o motivo informado foi a identificação de turvação da solução quando o medicamento é diluído em associação com determinados fármacos.</p>



<p id="paragrafo-ewv98nkezx">A empresa não se pronunciou publicamente sobre o caso até a última atualização da matéria.&nbsp;</p>
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		<title>Atlas/Bloomberg: Lula lidera no 1º e 2º turno, mas desaprovação segue alta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jose Milton Fagundes de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 13:16:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa mostra petista à frente em simulações de primeiro e segundo turno contra Flávio Bolsonaro, enquanto avaliação negativa do governo permanece superior à positiva O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente dos principais cenários da corrida presidencial de 2026, mas ainda enfrenta um quadro de desgaste na avaliação do governo. É o que mostra a nova pesquisa Atlas/Bloomberg, divulgada nesta terça-feira (20/5), que indica vantagem do petista em cenários de primeiro e segundo turno, ao mesmo tempo em que registra desaprovação superior à aprovação de sua&#8230;]]></description>
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<p>Pesquisa mostra petista à frente em simulações de primeiro e segundo turno contra Flávio Bolsonaro, enquanto avaliação negativa do governo permanece superior à positiva</p>



<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente dos principais cenários da corrida presidencial de 2026, mas ainda enfrenta um quadro de desgaste na avaliação do governo. É o que mostra a nova pesquisa Atlas/Bloomberg, divulgada nesta terça-feira (20/5), que indica vantagem do petista em cenários de primeiro e segundo turno, ao mesmo tempo em que registra desaprovação superior à aprovação de sua gestão.</p>



<p>Siga o canal do Correio Braziliense no WhatsApp e receba as principais notícias do dia no seu celular.</p>



<p>WhatsApp Icon</p>



<p>Segundo o levantamento, 51,3% dos entrevistados desaprovam o desempenho de Lula, enquanto 47,4% aprovam a atuação do presidente. Outros 1,3% disseram não saber responder. Na avaliação do governo, 48,4% classificam a gestão como ruim ou péssima, ante 42,9% que a consideram ótima ou boa. Os que avaliam como regular somam 8,7%.</p>



<p>Apesar disso, Lula lidera os cenários eleitorais simulados pela pesquisa. Em uma hipótese de repetição da disputa presidencial de 2022, o atual presidente teria 44,4% das intenções de voto, contra 41,7% do ex-presidente Jair Bolsonaro. Simone Tebet aparece com 3,3%, seguida por Ciro Gomes, com 3%. Votos brancos e nulos somam 5,6%.</p>



<p>Leia também: Datafolha: Lula e Flávio empatavam antes de áudios que ligam senador a Vorcaro<br>No principal cenário de primeiro turno para 2026, Lula registra 47% das intenções de voto, diante de 34,3% de Flávio Bolsonaro (PL), apontado como potencial nome do campo bolsonarista. Renan Santos (Missão) aparece com 6,9%, Romeu Zema (NOVO) com 5,2% e Ronaldo Caiado (PSD) com 2,7%.</p>



<p>Em um cenário sem Flávio Bolsonaro e com Zema como principal nome da oposição, Lula alcança 46,7%, enquanto o governador mineiro soma 17%. Ronaldo Caiado aparece com 13,8% e Renan Santos, com 8%.</p>



<p>A vantagem do petista também aparece nos cenários de segundo turno. Contra Flávio Bolsonaro, Lula teria 48,9% dos votos, ante 41,8% do senador. Em uma eventual disputa com Jair Bolsonaro, o presidente venceria por 48,5% a 43,4%. Contra Romeu Zema, Lula marca 47,8%, enquanto o governador mineiro soma 37,6%. Já diante de Ronaldo Caiado, a diferença é de 47,5% a 38,5%.</p>



<p>Sem Lula na disputa, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também aparece numericamente à frente de Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno: 46,7% contra 43%. O vice-presidente Geraldo Alckmin registra 46,4%, frente a 42,3% do senador.</p>



<p>A pesquisa Atlas/Bloomberg ouviu 5.032 pessoas entre os dias 13 e 18 de maio, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de um ponto percentual, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06939/2026.</p>
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		<item>
		<title>Bolsa Família tem novas funções no aplicativo a partir de 18/03</title>
		<link>https://blogdodidi.com.br/bolsa-familia-tem-novas-funcoes-no-aplicativo-a-partir-de-18-03/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jose Milton Fagundes de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 00:23:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[O aplicativo do Bolsa Família passará a oferecer novas funcionalidades a partir desta segunda-feira (18), permitindo aos beneficiários consultar informações detalhadas sobre o benefício, composição familiar e notificações sobre pendências. O programa Bolsa Família é um dos principais mecanismos de transferência de renda do governo federal, e seu gerenciamento digital visa facilitar o acesso dos usuários às informações do benefício. O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) ressalta que, apesar da melhora no aplicativo, o atendimento presencial nos Centros de Referência da Assistência Social&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O aplicativo do Bolsa Família passará a oferecer novas funcionalidades a partir desta segunda-feira (18)</strong>, permitindo aos beneficiários consultar informações detalhadas sobre o benefício, composição familiar e notificações sobre pendências.</p>



<p>O programa Bolsa Família é um dos principais mecanismos de transferência de renda do governo federal, e seu gerenciamento digital visa facilitar o acesso dos usuários às informações do benefício. O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) ressalta que, apesar da melhora no aplicativo, o atendimento presencial nos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) permanece necessário para alterações cadastrais e manutenção do benefício.</p>



<p>Inicialmente, as atualizações do app estarão disponíveis apenas para usuários com dispositivos Android. Ao abrir o app, o usuário receberá uma notificação para atualização. Não será necessário baixar um novo aplicativo.</p>



<p>Dentre as novidades, estarão a visualização de pendências relacionadas à família, informações sobre bloqueio do benefício e acesso a dados de outros programas do governo federal vinculados ao Cadastro Único. O ministro Wellington Dias destacou que o aplicativo também auxiliará famílias com esclarecimentos sobre programas como o Minha Casa Minha Vida.</p>



<p>De acordo com o MDS, o aplicativo do Bolsa Família conta com cerca de 6 milhões de usuários ativos no Android e 270 mil no iOS. Além das funções para beneficiários, o aplicativo terá uma área dedicada a pessoas que ainda não recebem o Bolsa Família, fornecendo informações gerais, calendário de pagamentos e canal direto com a Caixa Econômica Federal, instituição responsável pelos repasses.</p>



<p>O ministério ainda informou que novas funcionalidades serão incorporadas futuramente, entre elas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Rastreamento e situação do cartão do benefício;</li>



<li>Escolha da conta bancária para recebimento do benefício;</li>



<li>Solicitação de retorno garantido, mecanismo para inclusão prioritária de famílias que tenham saído do programa por melhora de renda e retornem à vulnerabilidade.</li>
</ul>



<p>O aplicativo já disponibiliza funções como extrato de parcelas, calendário de pagamentos, desligamento voluntário e notificações por push e caixa de mensagens. Com as atualizações, além dessas funções, o app contará com informações aprofundadas e áreas específicas para novos entrantes e não beneficiários.</p>



<p>O MDS ressalta que o uso do aplicativo pode otimizar o atendimento presencial, pois ao identificar pendências pela plataforma, o beneficiário poderá comparecer ao CRAS já com as informações e documentos necessários, reduzindo deslocamentos e agilizando processos.</p>
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		<item>
		<title>UE enviará ao Brasil lista com pedido de informações adicionais sobre carnes exportadas</title>
		<link>https://blogdodidi.com.br/ue-enviara-ao-brasil-lista-com-pedido-de-informacoes-adicionais-sobre-carnes-exportadas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jose Milton Fagundes de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 01:07:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Governo brasileiro busca reverter proibição de exportação antes que medida entre em vigor em 3 de setembro; Brasil vende cerca de US$ 1,8 bilhão por ano em proteínas à UE AUnião Europeia enviará ao Brasil uma lista de informações adicionais a serem respondidas sobre questões sanitárias envolvendo a exportação de produtos de origem animal, após o bloco ter retirado o País da lista de fornecedores de produtos animais a partir de 3 de setembro. O Brasil terá cerca de duas semanas para devolver as informações para reanálise do bloco europeu,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Governo brasileiro busca reverter proibição de exportação antes que medida entre em vigor em 3 de setembro; Brasil vende cerca de US$ 1,8 bilhão por ano em proteínas à UE<br><br>AUnião Europeia enviará ao Brasil uma lista de informações adicionais a serem respondidas sobre questões sanitárias envolvendo a exportação de produtos de origem animal, após o bloco ter retirado o País da lista de fornecedores de produtos animais a partir de 3 de setembro. O Brasil terá cerca de duas semanas para devolver as informações para reanálise do bloco europeu, relatou o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Luis Rua.</p>



<p>&#8220;A UE concordou em estratificar as questões por tipo de proteína, já que são estágios diferentes e formas de produção diferentes. Eles também enviarão uma lista de informações para que o Brasil dê garantias adicionais do cumprimento do regulamento de antimicrobianos&#8221;, disse Rua ao Broadcast Agro, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.</p>



<p>A questão foi acordada em reunião entre o embaixador do Brasil junto à União Europeia, Pedro Miguel da Costa e Silva, e a Direção-Geral da Saúde e Segurança Alimentar da Comissão Europeia (DG Sante).</p>



<p>&#8220;Houve compromisso por parte da UE em analisar o tema de maneira célere. Com análise baseada em ciência e racionalidade, teremos condição para que o Brasil volte à lista&#8221;, acrescentou Rua.</p>



<p>Na terça-feira, 12, a UE publicou uma atualização da lista de países autorizados a exportar animais e produtos de origem animal para o bloco, excluindo o Brasil do grupo de nações que cumprem as exigências contra o uso de antimicrobianos na pecuária.</p>



<p>A medida, validada pelos Estados-Membros, estabelece quais países poderão continuar acessando o mercado europeu a partir de 3 de setembro de 2026, com base no Regulamento (UE) 2019/6.</p>



<p>O Brasil precisará fornecer garantias sobre a não utilização dessas substâncias para fins de crescimento ou rendimento, segundo a decisão sanitária europeia.</p>



<p>A decisão decorre do resultado da votação realizada no âmbito do Comitê Permanente para Plantas, Animais, Alimentos e Ração da Comissão Europeia, que aprovou uma atualização dessa listagem. A medida abrange carnes, ovos, mel e animais.</p>



<p>Agora, o governo brasileiro, que negociava o tema desde outubro do ano passado com a UE, busca reverter a medida antes que entre em vigor em 3 de setembro. O Brasil exporta cerca de US$ 1,8 bilhão por ano em proteínas à UE.</p>



<p>No Brasil, Rua se encontrou com a embaixadora da União Europeia (UE) no País, Marian Schuegraf, para tratar do tema na manhã desta quarta-feira. &#8220;Externamos a surpresa e o descontentamento com a forma que a medida foi feita e o nosso interesse em encontrar uma solução. A negociação avançou bem com o compromisso da UE com a análise célere\&#8221;, apontou. \&#8221;Reforçamos o pedido de prioridade à reanálise do caso e que o Brasil merece ser tratado como bom parceiro comercial&#8221;, relatou.</p>



<p>As informações adicionais a serem solicitadas pelo bloco europeu são de cunho de sanidade animal e estão relacionadas à apresentação de provas pelo Brasil de rastreabilidade e segregação na produção destinada ao bloco europeu.</p>



<p>Não há prazo para reanálise do tema pela UE. Na análise do governo brasileiro, a revisão da medida não exige uma nova auditoria do bloco no sistema sanitário nacional, sendo restrita à troca de documentações.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quanto tempo falta para você se aposentar? Confira cálculo com as regras do INSS</title>
		<link>https://blogdodidi.com.br/quanto-tempo-falta-para-voce-se-aposentar-confira-calculo-com-as-regras-do-inss/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jose Milton Fagundes de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 19:37:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[São Sebastião do Umbuzeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[R7 lançou simulador que permite projetar quanto você poderá ganhar quando deixar de trabalharA&#160;Calculadora de Aposentadoria, lançada pelo&#160;R7, permite projetar quanto tempo falta para se aposentar e o valor que poderá receber, considerando as regras do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) de 2026. Para&#160;simular a aposentadoria, basta preencher o tempo de contribuição, a idade e o sexo. A partir dos dados, o simulador mostra qual regra terá maior valor, qual será mais rápida, além de calcular também para professores e para tempo especial, no caso de trabalho considerado insalubre.&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>R7 lançou simulador que permite projetar quanto você poderá ganhar quando deixar de trabalhar<br>A&nbsp;Calculadora de Aposentadoria, lançada pelo&nbsp;<strong>R7</strong>, permite projetar quanto tempo falta para se aposentar e o valor que poderá receber, considerando as regras do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) de 2026.</p>



<p>Para&nbsp;simular a aposentadoria, basta preencher o tempo de contribuição, a idade e o sexo.</p>



<p>A partir dos dados, o simulador mostra qual regra terá maior valor, qual será mais rápida, além de calcular também para professores e para tempo especial, no caso de trabalho considerado insalubre.</p>



<p>A calculadora pode ser acessada pelo link:&nbsp;<a href="https://noticias.r7.com/economia/calculadora-aposentadoria/">noticias.r7.com/economia/calculadora-aposentadoria/</a>&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Valores</h3>



<p>O piso nacional atual de R$ 1.621 é o valor mínimo para aposentadorias, pensões por morte e auxílios-doença em 2026 do INSS. Já o teto do INSS, que estabelece o valor máximo de qualquer benefício pago pelo instituto, é de R$ 8.475,55.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Regras do INSS</h3>



<p>Todo ano tem mudança nas regras que foram implementadas após areforma da Previdência, em 2019.</p>



<p>É um “meio-termo” para os segurados que já estavam contribuindo com o INSS,&nbsp;mas ainda não haviam concluído os requisitos para dar entrada na aposentadoria.</p>



<p>Essas regras valem para quem já contribuía para o INSS antes de novembro de 2019.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Idade mínima</h3>



<p>Uma delas é a da idade mínima progressiva. Nela, o tempo de contribuição não muda, mas a idade mínima aumenta seis meses a cada ano.</p>



<p>Em 2026, é necessário ter 59 anos e seis meses de idade para mulheres e 64 anos e seis meses para homens.</p>



<p>O tempo mínimo de contribuição continua sendo de 30 anos para mulheres e 35 anos para homens.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Pontos</h3>



<p>Outra regra que muda é a regra dos pontos, que soma a idade com o tempo de contribuição. A pontuação exigida aumenta um ponto por ano.</p>



<p>Em 2026, será preciso atingir 93 pontos para mulheres e 103 pontos para homens, além do tempo mínimo de contribuição de 30 anos (mulheres) e 35 anos (homens).</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que não muda</h3>



<p>Existem ainda duas regras de transição que não mudam. A primeira é o pedágio de 50%, válido para quem, em novembro de 2019, estava a até dois anos de se aposentar por tempo de contribuição.</p>



<p>Nesse caso, a pessoa precisa contribuir pelo tempo que faltava, mais 50% desse período. Não há idade mínima.</p>



<p>A segunda é o pedágio de 100%, em que é necessário trabalhar o dobro do tempo que faltava para se aposentar em 2019. Nessa regra, a idade mínima é de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Regra geral</h3>



<p>A regra geral de aposentadoria também continua a mesma. As mulheres precisam ter 62 anos de idade e 15 anos de contribuição. Os homens precisam ter 65 anos de idade e 20 anos de contribuição.</p>



<p>Para homens que começaram a contribuir antes de novembro de 2019, o tempo mínimo é de 15 anos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Simulador</h3>



<p>O INSS também oferece serviço de simulação gratuito, feito com as informações que estão na base de dados do INSS. Também é possível incluir vínculos e alterar a data de nascimento no momento da simulação.</p>



<p>Para usar, basta acessar o&nbsp;<a href="https://www.gov.br/pt-br/servicos/simular-aposentadoria" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Meu INSS</a>, entrar com CPF e senha, escolher a opção “Simular Aposentadoria” e conferir o resultado. A simulação é apenas uma referência e não garante o direito ao benefício.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como fazer</h3>



<p>A partir do resultado você pode Pedir Aposentadoria ou Baixar PDF</p>



<p>Entre no <a href="https://www.gov.br/pt-br/servicos/simular-aposentadoria" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Meu INSS</a></p>



<p>Informe seu CPF e senha</p>



<p>Siga para Do que você precisa?</p>



<p>Digite: <em>Simular aposentadoria</em></p>



<p>Confira ou altere seus dados, como data de nascimento ou vínculos, clicando no lápis</p>



<p>Siga em Recalcular</p>
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		<title>Lula assina MP e zera “taxa das blusinhas”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jose Milton Fagundes de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 23:56:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[São Sebastião do Umbuzeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta terça-feira (12), uma Medida Provisória (MP) para acabar com a&#160;cobrança de 20% de Imposto de Importação&#160;sobre compras internacionais de até US$ 50, apelidada de&#160;“taxa das blusinhas”.&#160;&#160; A Medida Provisória deve ser publicada em edição extraordinária do Diário Oficial ainda hoje. No ato de assinatura oficial, o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, explicou que&#160;foi possível zerar o imposto após três anos de combate ao contrabando e maior regularização do setor. “O contrabando, que era uma marca presente nesse setor,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta terça-feira (12), uma Medida Provisória (MP) para acabar com a&nbsp;cobrança de 20% de Imposto de Importação&nbsp;sobre compras internacionais de até US$ 50, apelidada de&nbsp;“taxa das blusinhas”.</strong>&nbsp;&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1689220&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1689220&amp;o=node"></p>



<p>A Medida Provisória deve ser publicada em edição extraordinária do Diário Oficial ainda hoje.</p>



<p>No ato de assinatura oficial, o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, explicou que<strong>&nbsp;foi possível zerar o imposto após três anos de combate ao contrabando e maior regularização do setor</strong>.</p>



<p>“O contrabando, que era uma marca presente nesse setor, foi eliminado. Agora, o setor regularizado vai poder usufruir dessa isenção sobre esses produtos”, afirmou.</p>



<p>Para o secretário, a decisão vai<strong>&nbsp;beneficiar a população de baixa renda&nbsp;que utiliza plataformas para adquirir produtos</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">“Não é só blusinha”</h2>



<p>A ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, destacou que, apesar do apelido, as compras internacionais desse valor são diversificadas, não apenas de roupas.</p>



<p>“Não é só roupa. Há um conjunto de outros bens que são comprados, todos de valor pequeno”, afirmou.</p>



<p>O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmou que<strong>&nbsp;zerar as taxas federais dessas compras melhora o perfil da nossa tributação</strong>.</p>



<p>“Os números mostram que a maior parte das compras, de fato, é de baixo valor. Está associado ao consumo popular”.</p>



<p>A chamada “taxa das blusinhas” entrou em vigor em agosto de 2024, dentro do programa “Remessa Conforme”, criado para regulamentar o comércio eletrônico internacional.</p>



<p>Na prática, o imposto era cobrado no momento da compra, para aumentar&nbsp;a fiscalização e a redução de fraudes.</p>



<p>Agência Basil</p>
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		<title>Senado aprova MP da renovação automática da CNH para bons condutores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jose Milton Fagundes de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 22:47:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Texto segue para sanção do presidente Lula O Senado aprovou nesta terça-feira (12) a Medida Provisória (MP) 1327/25, que prevê, entre outros pontos, a renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para inscritos no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), o chamado cadastro dos bons condutores. O texto segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O RNPC oferece benefícios aos motoristas que não cometeram infrações de trânsito sujeitas à&#160;pontuação nos últimos 12 meses. Entre os benefícios estão descontos em tributos, pedágios, estacionamentos e seguros, além&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Texto segue para sanção do presidente Lula<br><br><strong>O Senado aprovou nesta terça-feira (12) a Medida Provisória (MP) 1327/25, que prevê, entre outros pontos, a renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para inscritos no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), o chamado cadastro dos bons condutores. O texto segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1689182&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1689182&amp;o=node"></p>



<p>O RNPC oferece benefícios aos motoristas que não cometeram infrações de trânsito sujeitas à&nbsp;pontuação nos últimos 12 meses. Entre os benefícios estão descontos em tributos, pedágios, estacionamentos e seguros, além de prever a renovação sem custos da carteira de motorista.</p>



<p><strong>Pela proposta,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-05/camara-aprova-mp-que-preve-renovacao-automatica-de-cnh" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aprovada na semana passada pela Câmara dos Deputados</a>, condutores com mais de 50 anos e menos de 70 terão direito à renovação automática apenas uma vez. Já os motoristas com 70 anos ou mais e os que têm a validade da CNH reduzida por recomendação médica não receberão o benefício.</strong></p>



<p>Além da renovação automática, o texto aprovado trata de outras mudanças no Código de Trânsito Brasileiro. Entre outros pontos, permite a emissão física ou digital da CNH, a critério do condutor.</p>



<p><strong>O texto mantém exames médicos de aptidão física e mental e avaliação psicológica, no processo de renovação da habilitação</strong>. No entanto, prevê a&nbsp;<strong>definição de um preço público fixado por órgão de trânsito da União para esses exames</strong>. Os valores terão atualização anual pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).</p>



<p>O relator na comissão mista que analisou a MP, senador Renan Filho (MDB-AL), classificou de avanço as alterações propostas.</p>



<p>“As mudanças representam um importante avanço no processo de modernização, racionalização e redução de custos associados ao sistema brasileiro de habilitação de condutores”, afirmou Renan Filho no&nbsp;parecer sobre o texto.</p>



<p>Ao defender o seu relatório&nbsp;no plenário, o senador apontou que a medida vai desburocratizar ainda mais o processo de habilitação.</p>



<p>“Mantivemos a renovação automática para o bom condutor e se ele não cometer infração, não precisará se preocupar com o Estado. Só vai precisar fazer o exame”, disse.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dores crônicas</h2>



<p>Os senadores aprovaram ainda o Projeto de Lei (PL) 336/2024, que estabelece diretrizes básicas para o atendimento das pessoas com dor crônica no Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<p>O projeto diz que caberá aos órgãos competentes determinar a forma da regulamentação das regras, com informação prévia acerca dos potenciais riscos e efeitos adversos do tratamento.</p>



<p>A iniciativa, que também vai para a sanção presidencial, também institui o dia 5 de julho como o Dia Nacional de Conscientização e Enfrentamento da Dor Crônica, representado pela cor verde.</p>



<p>Outro projeto aprovado, o PL 4.676/2019, altera as normas de certificação de armazéns de produtos agropecuários. Pelo texto, a adesão dos armazéns ao sistema de certificação pública passa a ser voluntária. Isso permite criar um ambiente regulatório em que empresas de certificação privadas possam competir com o regime de certificação pública. A matéria vai à sanção presidencial.</p>



<p><em><strong>Agência Brasil</strong></em></p>
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		<title>Brasil tem um ´festival´ de cursos de enfermagem a distância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jose Milton Fagundes de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:26:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[São Sebastião do Umbuzeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil vive uma explosão&#160;sem precedentes&#160;na oferta de&#160;cursos de enfermagem, puxada quase inteiramente por&#160;faculdades particulares&#160;e pelo&#160;ensino a distância&#160;(EAD). Especialistas e conselhos de saúde alertam: a formação da principal base do SUS pode estar sendo comprometida pela falta de prática presencial. O fenômeno levanta um debate urgente sobre a&#160;segurança dos pacientes&#160;e os limites do lucro na educação em saúde. Relatório técnico divulgado nesta terça-feira (12),&#160;Dia Internacional da Enfermagem, mostra que o número de vagas em cursos superiores privados da área saltou de 120 mil para mais de 503 mil entre 2010&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Brasil vive uma explosão&nbsp;<strong>sem precedentes</strong>&nbsp;na oferta de&nbsp;<strong>cursos de enfermagem</strong>, puxada quase inteiramente por&nbsp;<strong>faculdades particulares</strong>&nbsp;e pelo&nbsp;<strong>ensino a distância</strong>&nbsp;(EAD).</p>



<p>Especialistas e conselhos de saúde alertam: a formação da principal base do SUS pode estar sendo comprometida pela falta de prática presencial.</p>



<p>O fenômeno levanta um debate urgente sobre a&nbsp;<strong>segurança dos pacientes&nbsp;</strong>e os limites do lucro na educação em saúde.</p>



<p>Relatório técnico divulgado nesta terça-feira (12),&nbsp;<strong>Dia Internacional da Enfermagem</strong>, mostra que o número de vagas em cursos superiores privados da área saltou de 120 mil para mais de 503 mil entre 2010 e 2023, alta superior a 300%.</p>



<p>Grande parte desse crescimento ocorreu na modalidade EAD (educação a distância), cuja oferta disparou&nbsp;<strong>1.408% no período</strong>&nbsp;e hoje já responde por metade das vagas disponíveis na rede privada.</p>



<p>Em 2023, somente os cursos privados a distância somavam&nbsp;<strong>253 mil vagas</strong>&nbsp;– número superior ao total de vagas presenciais públicas e privadas.</p>



<p>O documento, baseado no estudo “Demografia e Mercado de Trabalho da Enfermagem no Brasil”, lançado ano passado pelo Ministério da Saúde, aponta que o setor privado concentra 90,7% das instituições de ensino de enfermagem do país.</p>



<p>A expansão acelerada, porém, convive com um problema estrutural: parte expressiva das vagas não é ocupada ou acaba abandonada. Nos cursos presenciais privados, cerca de metade das vagas permanece ociosa em razão da evasão.</p>



<p>Na rede pública, a retenção é maior, mas cerca de 30% das vagas também ficam sem preenchimento. A preocupação ganhou força após a pandemia de Covid-19, que evidenciou a dependência dos sistemas de saúde em relação à enfermagem.</p>



<p>Hoje, a categoria representa cerca de&nbsp;<strong>70% da força de trabalho em saúde</strong>&nbsp;no Brasil e 59% no mundo.</p>



<p>Apesar do crescimento acelerado do número de profissionais, a OMS (Organização Mundial da Saúde) estima um déficit global de cerca de 6 milhões de enfermeiros.</p>



<p>O relatório também chama atenção para&nbsp;<strong>desigualdades regionais&nbsp;</strong>históricas. Sudeste e Sul concentram a maior parte das escolas, cursos e matrículas, enquanto estados do Norte e do Nordeste seguem com menor densidade de profissionais.</p>



<p>Em 2018, por exemplo, o Pará registrava 14,1 enfermeiros por 10 mil habitantes, menos de um terço da densidade observada no Distrito Federal, com 49,3 profissionais por 10 mil habitantes.</p>



<p>Na avaliação do médico e pesquisador Mario Dal Poz, professor titular da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) e autor principal do relatório, a expansão desordenada ameaça a qualidade futura da assistência no SUS.</p>



<p>“A enfermagem é a espinha dorsal do SUS. A expansão acelerada sem planejamento regional e o avanço do ensino à distância colocam em xeque a qualidade do cuidado que o sistema de saúde entrega à população”, afirma.</p>



<p>Segundo Dal Poz, a formação em enfermagem exige aquisição de habilidades práticas e competências clínicas que não podem ser reduzidas a um modelo predominantemente remoto.</p>



<p>Para ele, o país precisa ampliar a oferta pública e fortalecer mecanismos de avaliação e fiscalização dos cursos privados e do EAD.</p>



<p>A enfermeira e pesquisadora da Uerj Helena Leal, uma das autoras do relatório, reforça que o avanço do ensino a distância em enfermagem ocorreu de forma descontrolada, impulsionado principalmente pela redução de custos das instituições privadas.</p>



<p>Segundo ela, a enfermagem precisa de formação prática intensiva e supervisão presencial. “Exige destreza, habilidade e treinamento in loco.”</p>



<p>Ela avalia que laboratórios de simulação ajudam, mas não substituem o contato com pacientes nem o acompanhamento de professores preparados.</p>



<p>Além da graduação, o levantamento analisou mais de 5.500 cursos técnicos de enfermagem registrados entre 2009 e 2024.</p>



<p>Nesse segmento, o ensino presencial ainda predomina. Mesmo assim, os pesquisadores identificaram falhas importantes nos sistemas de informação sobre a formação técnica, especialmente no Sistec (Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica).</p>



<p>Foram encontrados problemas como ausência de dados sobre matrículas, campos em branco e erros na identificação dos cursos, revelando fragilidades históricas no monitoramento da educação profissional.</p>



<p>Após a exclusão de registros inconsistentes, o estudo identificou 5.509 unidades de ensino com oferta de cursos técnicos em enfermagem.</p>



<p>São Paulo lidera, com 1.218 cursos registrados, seguido por Minas Gerais (774) e Rio de Janeiro (504).</p>



<p>No total, foram registradas cerca de 3 milhões de matrículas em cursos técnicos entre 2009 e 2024.</p>



<p>Os pesquisadores alertam que a expansão acelerada do setor privado pode estimular cursos com infraestrutura precária,&nbsp;<strong>fragilidade pedagógica</strong>&nbsp;e baixa integração entre teoria e prática.</p>



<p>Helena Leal chama atenção para problemas como estágios pouco supervisionados e cursos sem qualidade mínima, por falta de reconhecimento dos cursos.</p>



<p>“Alguns profissionais nem sequer conseguem registrar seus diplomas nos conselhos regionais.”</p>



<p><strong>Pós-graduação</strong></p>



<p>O EAD avançou também sobre a pós-graduação, especialmente em áreas como oncologia, gerontologia, saúde mental, neurologia e atenção domiciliar.</p>



<p>Em algumas especialidades, a maioria dos egressos já vem da modalidade a distância – caso de neurologia (90%), saúde mental (85%) e gerontologia (82,5%) -, o que acendeu alerta sobre a formação prática desses profissionais em áreas clínicas complexas.</p>



<p>O documento revela fragilidades na regulação e no monitoramento das especializações, como ausência de critérios nacionais para currículos, falta de padronização dos cursos e lacunas nos registros profissionais.</p>



<p>Segundo o estudo,&nbsp;<strong>apenas 14,9% das enfermeiras&nbsp;</strong>registradas no sistema do Conselho Federal de Enfermagem possuem especialização formalmente cadastrada, embora o número de concluintes seja muito superior.</p>



<p>O levantamento traça ainda um panorama demográfico da enfermagem brasileira. Dados da Rais (Relação Anual de Informações Sociais) mostram que o número de enfermeiros passou de cerca de 215 mil em 2010 para 524 mil em 2021, enquanto os técnicos de enfermagem saltaram de 415 mil para quase 1,2 milhão no mesmo período.</p>



<p>Os pesquisadores identificaram mudanças importantes no perfil da categoria. Embora as mulheres continuem majoritárias, houve aumento da participação masculina, sobretudo entre os enfermeiros.</p>



<p>O estudo aponta ainda&nbsp;<strong>envelhecimento gradual&nbsp;</strong>da força de trabalho e aumento da participação de profissionais pretos e pardos. Entre os enfermeiros, a proporção de profissionais negros passou de 26,3% em 2010 para 43,7% em 2021.</p>



<p>Helena defende maior planejamento territorial da formação, especialmente diante do envelhecimento da população brasileira e do aumento das doenças crônicas.</p>



<p>Também critica a&nbsp;<strong>fragilidade da fiscalização&nbsp;</strong>dos cursos técnicos e do EAD e afirma que o país ainda carece de sistemas confiáveis para monitorar evasão, qualidade da formação e distribuição regional dos profissionais.</p>



<p>Entre as recomendações estão maior controle sobre a abertura de cursos, revisão das regras do ensino a distancia, fortalecimento da fiscalização de estágios e práticas presenciais e ampliação da oferta pública em regiões carentes de profissionais.</p>



<p><em>*Com informações de Cláudia Collucci/Folhapress</em></p>



<p>Tudo a ver:</p>
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		<title>Anvisa recomenda não jogar fora os detergentes da Ypê</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jose Milton Fagundes de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 01:21:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Agência reguladora pede que consumidor aguarde desdobramentos do caso antes de descartar itens. SAC da empresa falha tanto online quanto por telefone 0800 devido ao alto volume de procura SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) &#8211; A recomendação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) ao consumidor que tenha algum produto da Ypê que faça parte do lote apontado como com risco de contaminação microbiológica não jogue fora e espere o &#8220;desdobramento do caso&#8221;. A empresa está fazendo o recolhimento do produto, mas com o alto volume de procura para orientações e&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Agência reguladora pede que consumidor aguarde desdobramentos do caso antes de descartar itens. SAC da empresa falha tanto online quanto por telefone 0800 devido ao alto volume de procura<br><br>SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) &#8211; A recomendação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) ao consumidor que tenha algum produto da Ypê que faça parte do lote apontado como com risco de contaminação microbiológica não jogue fora e espere o &#8220;desdobramento do caso&#8221;.</p>



<p>A empresa está fazendo o recolhimento do produto, mas com o alto volume de procura para orientações e devoluções, o SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) tem falhado tanto online quanto por meio de telefone 0800-1300544. Há ainda a opção de fazer cadastro por meio de formulário no site da marca.</p>



<p>&#8220;No momento a orientação é não jogar fora, mas sim aguardar o desdobramento do caso e da determinação de recolhimento&#8221;, diz nota enviada pela Anvisa.</p>



<p>O recall da Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária) começou na quinta-feira (7), quando foi determinado o recolhimento de todos os lotes com numeração final 1 por apontar risco de contaminação microbiológica.</p>



<p>A medida também previa a suspensão da fabricação, comercialização, distribuição e uso dos produtos afetados. A empresa conseguiu a reversão de parte da determinação, mas optou por ainda não voltar a fabricar os produtos até que a situação seja regularizada na Anvisa. Há uma reunião prevista para esta quarta-feira (13).</p>



<p>De acordo com a agência reguladora, a decisão foi tomada após avaliação técnica de risco sanitário. Durante inspeção realizada na unidade, foram identificados descumprimentos em etapas relevantes do processo produtivo, incluindo falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade.</p>



<p>Não há ainda orientações claras por parte do órgão regulador de como o produto que ainda será devolvido deve ser armazenado pelo consumidor nem sobre os riscos específicos ao meio ambiente. Especialistas, no entanto, não recomendam nenhum tipo de uso e afirmam que o líquido não deve ser despejado na natureza.</p>



<p>As informações sobre o que pode acontecer com quem tiver contato com a possível bactéria identificada são de danos à pele, causados por irritação. Com isso, o produto não deve ser usado em nenhuma hipótese.</p>



<p>Outro risco é de contaminação microbiológica maior caso o consumidor insista em utilizar os itens para fazer a higiene em sua casa.</p>



<p>QUAIS OS RISCOS PARA A SAÚDE?<br>No comunicado, a Anvisa citou possibilidade de presença de microrganismos patogênicos nos produtos afetados. O risco é de contaminação microbiológica, que pode dar origem a quadros diversos, mas para maior especificação a agência diz que precisa de mais prazo para a apuração.</p>



<p>Em 2025, a própria empresa informou que havia identificado a bactéria Pseudomonas aeruginosa em alguns lotes de lava-roupas líquidos. Essa bactéria pode causar infecções, principalmente em pessoas imunossuprimidas, hospitalizadas ou com feridas abertas. Em indivíduos saudáveis, o risco costuma ser menor, mas o contato com produtos contaminados pode causar irritações ou infecções em situações específicas.</p>



<p>QUAIS PRODUTOS FORAM SUSPENSOS?<br>De acordo com a Anvisa, somente os lotes que terminam com o número 1, dos produtos abaixo estão afetados:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Lava-louças Ypê Clear Care</li>



<li>Lava-louças com enzimas ativas Ypê</li>



<li>Lava-louças Ypê</li>



<li>Lava-louças Ypê Toque Suave</li>



<li>Lava-louças Concentrado Ypê Green</li>



<li>Lava-louças Ypê Clear</li>



<li>Lava-louças Ypê Green</li>



<li>Lava-roupas líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor</li>



<li>Lava-roupas líquido Tixan Ypê Cuida das Roupas</li>



<li>Lava-roupas líquido Tixan Ypê Antibac</li>



<li>Lava-roupas líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha</li>



<li>Lava-roupas líquido Tixan Ypê Green</li>



<li>Lava-roupas líquido Ypê Express</li>



<li>Lava-roupas líquido Ypê Power Act</li>



<li>Lava-roupas líquido Ypê Premium</li>



<li>Lava-roupas Tixan Maciez</li>



<li>Lava-roupas Tixan Primavera</li>



<li>Desinfetante Bak Ypê</li>



<li>Desinfetante de uso geral Atol</li>



<li>Desinfetante perfumado Atol</li>



<li>Desinfetante Pinho Ypê</li>



<li>Lava-roupas Tixan Power Act</li>
</ul>



<p>USEI O PRODUTO NA LIMPEZA. DEVO LAVAR A LOUÇA OU A ROUPA DE NOVO?<br>Como medida de precaução, consumidores podem lavar novamente roupas, utensílios ou superfícies que tiveram contato direto com um produto suspenso, especialmente em casos de irritação, alteração no cheiro, cor ou textura do item. Não há indicação, porém, de risco que exija jogar fora objetos domésticos usados com o produto.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Empresa que faz vendas pela internet é multada em R$ 1 bilhão por conta de fraude</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jose Milton Fagundes de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 18:45:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[A varejista&#160;Fast Shop&#160;foi condenada pelo governo de São Paulo ao pagamento de R$&#160;1,04 bilhão, a maior penalidade já aplicada no Brasil sob a&#160;Lei Anticorrupção. A decisão é resultado da&#160;Operação Ícaro, do Ministério Público, que investigou um esquema envolvendo fraude tributária e a obtenção ilegal de créditos de&#160;ICMS. A condenação foi publicada no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira (11) e assinada pelo corregedor-geral do Estado, Marcos Lindenmayer. Além da multa bilionária, a empresa terá de publicar a condenação em jornal de grande circulação, manter aviso em destaque em seu site&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A varejista&nbsp;<strong>Fast Shop</strong>&nbsp;foi condenada pelo governo de São Paulo ao pagamento de R$&nbsp;<strong>1,04 bilhão</strong>, a maior penalidade já aplicada no Brasil sob a&nbsp;<strong>Lei Anticorrupção</strong>.</p>



<p>A decisão é resultado da&nbsp;<strong>Operação Ícaro</strong>, do Ministério Público, que investigou um esquema envolvendo fraude tributária e a obtenção ilegal de créditos de&nbsp;<strong>ICMS</strong>.</p>



<p>A condenação foi publicada no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira (11) e assinada pelo corregedor-geral do Estado, Marcos Lindenmayer.</p>



<p>Além da multa bilionária, a empresa terá de publicar a condenação em jornal de grande circulação, manter aviso em destaque em seu site por 45 dias e afixar edital em sua sede pelo mesmo período.</p>



<p>Procurada pela reportagem por email às 8h24, a Fast Shop não se manifestou até o momento.</p>



<p>Segundo as investigações, a Fast Shop pagou propinas para obter acesso privilegiado a informações fiscais e acelerar a homologação de créditos tributários de ICMS superiores aos que teria direito.</p>



<p>A CGE (Controladoria-Geral do Estado) concluiu que a companhia obteve vantagem indevida de R$ 1,04 bilhão.</p>



<p>O valor do dano efetivo aos cofres públicos ainda será calculado pela Sefaz-SP (Secretaria da Fazenda de São Paulo) após auditorias.</p>



<p>A condenação administrativa decorre dos desdobramentos da Operação Ícaro, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo em agosto de 2025 para investigar um esquema de corrupção envolvendo auditores fiscais da Fazenda estadual e grandes empresas do varejo.</p>



<p>As investigações apontam que&nbsp;<strong>servidores públicos recebiam propina</strong>&nbsp;para facilitar ressarcimentos tributários milionários de ICMS.</p>



<p>Em acordos de não persecução penal firmados com a promotoria para não responder a um processo criminal, os&nbsp;<strong>sócios-proprietários</strong>&nbsp;da Fast Shop, Milton Kazuyuki Kakumoto e Júlio Atsushi Kakumoto, e o diretor da rede, Mario Otávio Gomes, assumiram o envolvimento em um dos maiores esquemas de corrupção tributária ligado a auditores da Sefaz-SP.</p>



<p>Juntos, eles se comprometeram a restituir R$ 100 milhões aos cofres públicos.</p>



<p>De acordo com depoimento de Gomes ao&nbsp;<strong>Gedec</strong>&nbsp;(Grupo de Atuação Especial de Recuperação de Ativos e Repressão aos Crimes de Formação de Cartel e Lavagem de Dinheiro), entre 2021 e 2025, a Fast Shop teria recebido mais de R$ 1,5 bilhão em ressarcimentos de ICMS.</p>



<p>Deste montante, R$ 1,04 bilhão teria sido inflado de forma indevida pelo auditor Silva Neto. Apenas R$ 553 milhões seriam de créditos aos quais a empresa de fato teria direito.</p>



<p>O mecanismo de créditos de ICMS permite às empresas abaterem o imposto pago na compra de mercadorias e insumos, evitando a cobrança em cascata ao longo da cadeia produtiva.</p>



<p>A empresa registra o valor do ICMS na nota fiscal de compra e, na apuração mensal, esse valor é descontado do ICMS devido nas vendas.</p>



<p><em>*Com informações de Ana Paula Branco/Folhapress</em></p>
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